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Hora do café!



Estou aqui para falar do café! Isso mesmo! Ontem fui convidada pela Melita e ABIC para um café da manhã com jornalistas . O convite era para assistir uma apresentação feita pela nutricionista Mônica Pinto, da ABIC  - Associação Brasileira da Indústria de Café, sobre o café, seu processo de produção, crescimento e tudo mais..

Como dizia nosso saudoso crítico gastronomico Saul Galvão " a comida estava maravilhosa, pena que o café era ruim", descrevia,  Saul quando ao avaliar um restaurante em 1978 , elogiou a comida perfeita, menos o café .

Como venho de uma cidade do interior do norte do Paraná, onde a produção de café é bastante forte (ou era pelo menos), cresci em meio aos pés de café. Em casa, raramente compravamos café, pra mim era uma festa ver a minha avó torrando e moendo o café que iamos tomar, fruto da colheita feliz feita pelo meu avô.

Enfim, o café sempre foi uma das minha paixões e as vezes até ensaio não consumir café um dia ou outro, mas confesso que sou um tanto dependente dele..

Os tempos mudam e o café muda também.. Hoje temos café goumets, cafés fortes, extra-fortes, uma variedade enorme no mercado. Em qualquer lugar do mundo toma-se café, em pouca ou grande variedade, mas nunca cheguei num país que ele não existisse.

O consumo nacional e mundial cresce gradativamente, hoje os cafés 100% puros, levam o selo de pureza da ABIC, que descreve que ali só tem café e não outro produto. O Brasil é o maior produtor e exportador de café do mundo e o segundo maior consumidor. E engana-se quem pensa que exportamos o melhor e ficamos com o pior, segundo a nutricionista, exportamos o melhor, ficamos com o melhor e exportamos os ruins e também ficamos com os ruins. Segundo  Mônica, cada país tem sua particularidade. " Existem países que não fazem questão de um bom café, querem apenas ter o café para atender uma demanda, outros já exigem mais e levam as melhores marcas",conclui.

Na avaliação de um bom café , seu aroma diz muita coisa, se ali não tiver aroma, já se perde a qualidade. E caso deixe um gosto amargo na boca ou queimado, é um sinal de que não esta entre os melhores e por aí vai.. Como o vinho há uma série de idens para avaliar um bom café.. prometo estudar e  falar mais sobre o assunto!







1 comentários :

Fernanda Holthauzen disse...

Deve ter sido bem legal sua infância sentindo o cheirinho de café recém moído. Não gosto muito da bebida pura, mas com leite eu adoro!

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Muito obrigada!